Mãe de aluno agride funcionárias e morde vice-diretora dentro de escola no Paraná
Diretora de colégio sofre mordida de mãe de estudante em Andirá Uma mãe de aluno de 38 anos agrediu três funcionárias e mordeu a vice-diretora dentro de u
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Motociclista morre atropelado enquanto trabalhava em Curitiba O motociclista Guilherme Xavier de Almeida Rocha Lopes morreu, na noite de quinta-feira (19), depo
Obra "a pele da pintura (para dora longo bahia)", do artista Gustavo Magalhães Rafael Dabul Um quadro furtado de dentro de uma galeria de arte durante uma fest
6 em cada 10 cigarros consumidos no Paraná são ilegais Cerca de 60% dos cigarros consumidos no Paraná são ilegais, quase o dobro da média nacional, de 31%....
6 em cada 10 cigarros consumidos no Paraná são ilegais Cerca de 60% dos cigarros consumidos no Paraná são ilegais, quase o dobro da média nacional, de 31%. Os dados são do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) e representam o maior índice no estado desde 2021. Segundo a Receita Federal do Brasil, em 2024 foram apreendidos mais de 70 milhões de maços de cigarros contrabandeados, avaliados em R$ 385 milhões. Naquele ano, o Paraná concentrou 47% de todas as apreensões do país. Em 2025, o volume caiu para R$ 334 milhões. Até março deste ano, foram apreendidos cerca de R$ 50 milhões e pouco mais de 7 milhões de maços, o equivalente a 41% do total nacional. ✅ Siga o canal do g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp De acordo com a Receita, a região de Foz do Iguaçu, no oeste do estado, é uma das principais portas de entrada do contrabando do cigarro. “Quase 53% das apreensões feitas no estado e mais de 1/5 das apreensões no país, neste ano, aconteceram em Foz”, afirma Jose Antonio Bassoni, chefe de comunicação do órgão na região. O presidente do FNCP, Edson Vismona, diz que a posição geográfica favorece o crime. “O Paraná é um estado estratégico, com a fronteira que tem de Guaíra até Foz do Iguaçu, com o Paraguai, e todo o lago de Itaipu. Então temos muitas frentes de entrada de produtos ilegais”, explica. Atualmente, cerca de 85% dos cigarros ilegais entram no país pelas fronteiras do Paraná e do Mato Grosso do Sul. A maior parte vem do Paraguai e é distribuída para todo o Brasil. O FNCP estima que o mercado ilegal movimentou R$ 1,8 bilhão no Paraná em 2025. Só em perdas de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o prejuízo chega a R$ 660 milhões. Leia também: Saúde: Síndrome causada por diabetes atrasa desenvolvimento Acidente: Motorista morre e sete pessoas ficam feridas na BR-116, na Grande Curitiba Mega-Sena: Aposta de cidade de 4 mil habitantes leva mais de R$ 34 milhões Cerca de 500 mil maços de cigarros contrabandeados estavam em um caminhão com reboque. Carga foi avaliada em R$ 3,2 milhões Polícia Rodoviária/Divulgação Impostos sobre cigarro A diferença de impostos entre os países é um dos principais fatores que, segundo os pesquisadores, incentiva o mercado ilegal. No Brasil, a carga tributária sobre o cigarro varia entre 70% e 90%. No Paraguai, a média é de 13%. Isso faz com que o produto ilegal chegue ao consumidor até 40% mais barato. Segundo Vismona, os produtos ilegais são facilmente encontrados em comércios brasileiros, como barraquinhas nas ruas, bares e padarias. "Geralmente está escondido, mas quando o cliente pede de forma mais discreta, é oferecido porque é mais barato e não paga imposto", conta Edson. Fábricas ilegais de cigarro Produção de cigarro em uma das fábricas de Adisinho, segundo a Polícia Federal Reprodução Além do contrabando, as autoridades também apontam o crescimento de fábricas clandestinas no Brasil, que produzem cigarros sem controle sanitário e sem pagamento de tributos. "Temos verificado também as fábricas clandestinas, que produzem o cigarro sem pagar qualquer imposto, sem obedecer qualquer regra da Agência Nacional de Vigilância Sanitária dentro do território nacional, falsificando inclusive marcas paraguaias”, diz Edson Vismona. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.